sexta-feira, 3 de setembro de 2010

e derrepente é amor.

Foi tão derrepente. É assustador a forma que tudo aconteceu. Foi tão rápido. Simplismente te olhei e me deparei com um cara tão lindo e com uma personalidade de dar inveja em muitos, por quem comecei a me apaixonar com o tempo. Você me deixou sem chão, sem rumo. Parecia estar voando, tentei de tudo, absolutamente tudo pra chamar sua atenção, ou para que simplismentente você olhasse pra mim.

Eu finalmente consegui que ao menos nos tornássemos amigos. Mas com o tempo nos tornamos tão amigos, que você revelou a mim coisas que eu não desejava ouvir, pelo menos não de você, porque eu te amo e não quero em hipótese alguma te perder.

Você fez de mim uma pessoa melhor, uma pessoa que todos gostam agora, eu mudei por gostar de você, foi uma coisa natural, que veio de dentro de mim, não foi uma coisa forçada. Mesmo assim, eu te amo com todas as minhas forças, vontades e desejos possíveis. Posso ter te pegado de surpresa quando admiti meus sentimentos a você, mas eu não merecia ter de ficar sabendo de suas aventuras prazerozas.

Pois eu me preocupo com você e não quero teu mal, de jeito nenhum. Só queria que me entendesse, que entendesse que eu te quero. Mas se não for pra ser, se não for pra você aceitar, desejo apenas que respeite a mim e aos meus sentimentos daqui pra frente.

E se for pra acontecer algo, pode ter certeza de que vai acontecer, pois apesar dos apesares, nada mudou entre nós e muito menos no meu sentimento por você. E se não for pra acontecer, como já disse anteriormente, não quero perder sua amizade. Acima de meus sentimentos você é um grande amigo, em quem eu confio de olhos fechados e quem eu nunca vou ter vergonha de assumir como minha paixão.

E foi assim: derrepente amor.

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